terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Estou desconfiada...

Eu acho que tenho uma namorada... mas a verdade é que entre 5 ou seis camisolas grossas ela desaparece e já não tenho a certeza.

Treme, treme

Comer gelatina enquanto se treme por todos os lados porque está um gelo é no mínimo cómico...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Desde quando é que eu sou normal???

Fiz uma conta no Netlog que me foi bloqueada. Escrevi para os responsáveis para tentar perceber porque tinham decidido castrar-me assim da sociedade... sim, que quem não tem netlog nem hi5 é um renegado!

Disseram-me que o problema tinha origem nas minhas imagens e eu voltei a perguntar, uma vez que as imagens não eram ofensivas nem tinham qualquer teor sexual, o que as tornava impróprias.

Esta foi a resposta que obtive.


“Este website só pode ser utilizado para uso pessoal, normal e não comercial.

Não podes utilizar este website de forma não apropriada, para nenhum propósito ilegal ou propósito contrário às condições e aos avisos neste texto ou em qualquer outro texto. Tens de utilizar este website da forma mais normal, cautelosa e humanamente possível. “

Cá por casa valeu-nos uns 2 minutos de gargalhadas sonoras. Não sei do que gosto mais...se de “ aos avisos neste texto ou em qualquer outro texto” (qualquer outro... nem que seja o texto na parte de trás da embalagem dos douradinhos) se do “da forma mais normal, cautelosa e humanamente possível”.

Da forma mais normal. O que vale é que eles não são nada vagos! E não é qualquer tipo de normalidade...não... é da forma mais normal humanamente possível....

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Cabeça no ar

Passei eu uma tarde a deliciar-me com blog Coisas de Gayja, a rir-me que nem um perdida de vez em quando perante o olhar intrigado da amora aqui ao lado quando pelas seis e meia tive o meu momento de estupidez do dia...
Vou à barrinha do lado numa tentativa de arranjar mais blogs interessantes para ler e em sexto lugar com uma actualização fresquinha está um blog cujo nome me parece estranhamente familiar... Será que é um que costumo ler? Deixa-me lá abrir o link....
Sabem onde fui parar, não sabem???
AQUI!!!
Claro que "Beijo de Framboesa" me soava familiar... não conheço eu outra coisa.
Ai, ai.. isto são térmitas no sotão, com toda a certeza.

Nem vou dizer nada...

Sim, há muito tempo que não escrevo. Eu sou de luas, vamos lá retomar a programação habitual.

Tive o gato avariado mais uma vez, com uma pata na cova, mas já está bom e a funcionar, embora com a nova funcionalidade da incontinência.

A minha menina está boa (em todos os sentidos.. ai senhores, eu sei, sou uma namorada babada, até enjoa, eu sei... mas sou feliz assim) e dorme a sono solto lá em baixo.

Ontem foi dia de ter a casa cheia de amigos que já não via há um ano e tal. Chá, torradinhas e bolachas acompanhados de muito riso.

sábado, 1 de novembro de 2008

Bom Halloween!

Bom dia do bolinho, ou de pão por deus, ou dos santos ou o que for na vossa zona.
Divirtam-se e bons inícios!

De volta ao tom habitual

Bem... quando estou drogada com medicamentos da gripe e me dá a neura eu farto-me de escrever sem dizer nada!
Olhem para o texto ali de baixo. 
Tanta palha para dizer: "Estou dentro do armário do quarto. Quero mimo". 
Não, minto... para dizer "estou dentro do armário do quarto, quero mimo e esta porcaria não fecha a porta pela alminha de quem???".
Pronto, pronto... já passou a neura e a gripe também.
Agora que penso nisso... o post ali de baixo, com tanta conversa de armários, podia ter tantas interpretações neste blog. Que pouco glamoroso ser efectivamente um armário de roupa, com portinhas de madeira e gavetas e tudo... ;P

sábado, 25 de outubro de 2008

Mudança de tom

Quanto tempo conseguiria estar dentro de um armário sem que me descobrissem?
Que dessem pela minha falta.. depressa davam, acredito. Sou barulhenta. Estranham o silencio. Mas quem procuraria dentro de um armário?
Uma incoerencia minha. Tanto medo de espaços apertados, tanta falta de ar em multidões e desde menina que quando o mundo me parece tão vasto que é impossível segurar junto a mim o que amo me fecho num cubículo cheio de roupa, às escuras, com o único remorso de não conseguir fechar por completo a porta por onde entro para que nem uma réstia de realidade lá entre.
Não se fazem armários com maçanetas por dentro. Ninguém precisa de fechar a porta pelo lado inverso aos normais, pois não?
É estranho, no entanto. Nunca o "não-ser-normal" foi tão banal. Já nem é sintoma de originalidade nem de loucura criativa... é apenas um sintoma de moda.
Há provavelmente milhares de pessoas que se fecham em armários. Físicos, virtuais ou apenas na sua imaginação e outras tantas que fazem outras coisas ainda mais peculiares. Talvez se me fechasse num frigorífico me destacasse do rebanho.
Mesmo assim não acho que me procurassem aqui.
Quem me conhece assim?
Por vezes sinto que não me conhecem porque não mereço, outras porque não o merecem... outras porque pura e simplesmente não há nada em mim que cause interesse o suficiente para fomentar a curiosidade de escavar mais um pouquinho, outras que sou eu que não me dou a conhecer e ainda, em momentos de maior narcisismo, que sou tão intricada que nem eu me conheço tornando a tarefa impossível aos demais.
A verdade é que não quero que me procurem no armário.
Quero que já saibam mesmo sem espreitar que eu às vezes estou lá.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Pequenos vicios

Toda a gente os tem.
Eu gosto de brincar ao faz de conta...
Ando entretida aqui:

Sou uma donzela em busca da sua família em 1456 num jogo com uma dinamica muito engraçada, com direito a profissões, cultivo de campos, negócios no mercado, uma economia própria, ladrões, guardas, templários e muita conversa na taverna local.
É completamente grátis, está traduzido para português e se se increverem através do link ali de cima passam a ser meus afilhados e eu recebo 10 czrs, o que sempre dá uma ajudinha... :P
Depois é criarem a história do vosso personagem. A minha é assim:

"Era uma noite escura de Novembro e o vento uivava na janela daquele casebre meio abandonado. A lua estava tapada por um sombrio manto de núvens e a chuva caia dos céus num aviso macabro de desgraça. Felizmente quando nasci às cinco da tarde já o temporal tinha passado e estava um lindo dia de sol, o que deu imenso jeito à minha mãe quando se pisgou e me deixou, enrolada numa saca de pão para ser encontrada pelas freirinhas daí a dois dias.
Ao pé de mim tinha apenas uma fitinha roxa atada ao meu pulso e um cestinho de amoras com alguns mosquitos... talvez por isso tenham decidido chamar-me assim, Amora.
Ora com um começo de vida tão auspicioso não era de admirar que tivesse passado os anos da minha infancia naquele convento como a menina coitadinha lá do sitio. Ou era? Era pois! Naquele convento entravam 3 ou 4 putos ranhosos abandonados por semana, por isso eu era a coisa mais corriqueira que por lá andava.
A minha vida só começou a ser minimamente interessante quando aos 14 anos me mandaram ir ao mercado sozinha pela primeira vez e eu, bichinho do mato, descobri que havia mundo para lá dos muros altos do páteo.
Desde aí o desejo de sair do confinamento bafiento do convento e ver o mundo gritou mais forte e anos mais tarde numa noite não tão sombria como a do inicio da história mas mesmo assim bastante escura escapuli por uma janela com uns trapos embrulhados num lençol.
O que será da minha vida daqui em diante? Como conseguirei sobreviver neste mundo com a minha parca experiência?
Serão os fados bondosos para uma menina inocente como eu?
Só o tempo o dirá...

(música sinistra, se faz favor!)"


Como nasci em Viseu trabalhei por lá duas semanas até encontrar companhia para ir para Elvas, onde está o único pedacinho de família que tenho, a minha madrinha, a formosa senhora dona Mariapy. Agora vou de viagem, visitando outras terras pelo caminho.
É um entretem engraçado pela interacção social que permite.
Experimentem e depois se precisarem de uma mãozinha e de algumas explicações apitem que eu ajudo. 

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Peganhenta

Oh santa pipoca... já viram como depois das 3 da manhã eu fico para lá de lamechas?
Depois chego no outro dia ao blog e até coro com o que escrevi...
Sim.. sim... e vivam as nuvenzinhas cor de rosa.