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terça-feira, 30 de junho de 2009

Levas 3 e vais com sorte

Só me apetece chamar nomes a mim mesma.
Mas o que é que me deu para dormir 3 horas e acordar toda stressada porque já devia ser muito tarde e porque não tinha tempo para fazer tudo?
Pior, o que é que me deu para demorar uns bons 30 minutos a responder a e-mails e a fazer descrições de chás e só aí olhar para as horas e descobrir que não, não era nada tarde e que tinha passado apenas 3 horas na cama.
A sério... alguém dê uns calmantes às vozinhas da minha cabeça que assim eu não vou longe.

domingo, 14 de junho de 2009

De olho bem aberto

Custa-me este despertar adiantado que me arranca do seu lado às cinco e meia da manhã.
Sei que se ficasse na cama sem dormir a rebolar de um lado para o outro lhe perturbava o sono e por isso faço tempo em frente ao computador, olhando de relance para a porta do quarto onde ela dorme.
Espero que esteja a dormir bem. Espero que esteja confortável. Espero que esteja a ter sonhos bons. Espero que já não esteja com tanto calor.
Já não estranho a faceta maternal deste amor que me enche o peito, a constante preocupação, a vontade de ajeitar os cobertores, o acordar a meio da noite para ver se ela está bem.
Quem ama, cuida.
Quem se levanta às 5 da matina não escreve nada de jeito.
Duas verdades que se aplicam a mim...
Mas o propósito deste post não é ser um texto de elevada qualidade. É apenas para ficar aqui, para que ao acordar ela saiba que mesmo não estando ao pé dela, o meu pensamento nunca saiu do seu lado.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Às 9 horas...

... o senhor tirou todos os papeis, abriu o capot do carro, espreitou, abanou, torceu o pescoço todo, abanou mais um bocadinho, espreitou para debaixo do carro... e o gato, como é obvio, já tinha arranjado forma de sair do pouso da noite.
Tudo está bem quando acaba bem.

Miau!

Eram duas da manhã quando nós saímos de casa, rumo ao caixote do lixo, saco de caracóis na mão.
Os caracois tinham sido o almoço desse dia e as cascas pediam (com algum fedor, diga-se de passagem) um contentor grande  e verde.
Assim que saimos da porta do prédio ouvimos uma miadeira sem fim.
Gato escondido com... bom, sem nada de fora que depois de uma breve procura descobrimos que era um gato que se tinha enfiado dentro da parte da frente de um carro, junto ao motor.
E toca de chamar o bicho, a Vanessa enfiou-se toda debaixo do carro em busca de um sitio por onde tirar o bichano e nada. E o pobre miava...
E fomos buscar o telemovel-lanterna e mais uma tentativa sem sucesso.
O panico, o terror, imagens reais!
Quer-se dizer... se o bicho não saisse dali até o dono d carro chegar podia magoar-se a sério se não desse por isso.
Então pegámos em folhas A4 e prendemos à volta do carro com ATENÇÃO escrito a letras garrafais e um aviso de que poderia estar um gatinho a dormir ao pé do motor.
Não podiamos fazer mais nada, por isso viémos para casa.
São agora 7 da manhã e cá estou eu, de olho aberto porque não consigo adormecer com medo que o dono do carro não veja se lá está o gatinho....
Toca de levantar o cu da cama e correr para a janela de 10 em 10 minutos para ver se já está alguém ao pé do carro e se os papeis não sairam do sitio.
Eu vou dando noticias...


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Atirem-me um balde de água

Ah! A iluminação... aquele momento fugaz em que na nossa mente se acende a luz da piadola seca e que tantas vezes nos ofusca o tempo suficiente para ela se escapulir pela nossa boca...
Ontem, enquanto fazia o almoço estendo-lhe um saco com 4 caranguejos. Ela olha para mim já meio desconfiada e, para meu gáudio pega neles.
Digo logo eu, radiante e feliz da vida:
- I gave you crabs!!! I gave you crabs!!!
Perante o ar mesmerizado da minha Amora, ainda me tentei explicar:
-Oh pá... não podia fazer a piada em português.... a não ser que os caranguejos fossem mesmo muito, muito aborrecidos.
E ri-me, sozinha... mas por pouco tempo que quando se ama até as piadas secas são dignificadas com umas risadas.
Adoro fazê-la rir... mesmo quando o esforço é tão patético como este.

terça-feira, 21 de abril de 2009

...

- Mas... voltas a escrever coisas lamechas lá no blog?

Sim, minha Amora.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Estou desconfiada...

Eu acho que tenho uma namorada... mas a verdade é que entre 5 ou seis camisolas grossas ela desaparece e já não tenho a certeza.

Treme, treme

Comer gelatina enquanto se treme por todos os lados porque está um gelo é no mínimo cómico...

sábado, 20 de setembro de 2008

Uma boa vidinha e não se espalhem pelo caminho

Quem é que tem a infeliz ideia de mandar paredes ao chão às nove e meia da manhã de sábado?
Eu digo-vos quem... os meus vizinhos do lado!
Mas será que eles não têm peninha?
Será que não têm receio de ser apedrejados violentamente da próxima vez que sairem de casa?
Acima de tudo, será que eles não estão familiarizados com o conceito de boneca voodoo com alfinetinhos espetados nos olhinhos e nos tomates?
É que não é por mais nada, eu até me salto da cama e vou à minha vidinha enquanto praguejo entre dentes, mas a minha garota é capaz de os morder a proxima vez que os vir!
Nem sem como é que ela ainda está deitadita na cama por oposição a fazer furinhos com o berbequim do demo na mão do iluminado que meteu os pés no chão às nove da manhã e disse "bem... está um tempo cinzento... vou mandar uma parede a baixo!".

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Tudo tem alguma utilidade

Por exemplo, insónias provocadas por dores de barriga que já se deviam ter ido embora no Domingo mas que insistem em ficar comigo servem para acabar finalmente o blog novo que já andava a cirandar na minha cabeça há algum tempo.
A minha vida mudou, é normal que outras coisas acompanhem a mudança.
Não acho que eu tenha mudado, apurei o que já era. Não há nada de novo em mim, apenas coisas que se soltaram e que em vez de estarem enterradas estão à vista.
Para quem vê de fora sou outra pessoa. Olhando mais de perto não é assim tão radical... estou apenas mais arejada. :)
Agora tenho alguém que me ajuda a "desempacotar" as coisas que arrumei lá no fundo da mente e que abre as janelas de par em par para que o vento leve as teias de aranha e as poeiras todas.
E sabe-me tão bem sentir a aragem fresquinha!
São quase cinco da manhã e eu devia estar a dormir agarrada à minha Amora em vez de andar por aqui a divagar... mas a verdade é que entre as dores de barriga e a preocupação com o meu gato não me estou a ver a pregar olho.
Tenho o meu amarelo com um problema esteticamente engraçado mas que receio ser grave... então não é que tem uma coisa cor de rosa a sair do rabiosque?
Amanhã vou com ele ao veterinário, espero que não seja nada de muito problemático.
Vá... alguém explique à minha barriga que amanhã é dia de trabalho, boa?