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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Perfect Match

- Estás a comer o melão com os cuscus??? Ao mesmo tempo?
- E então? Tu estás a comer salada de pepino com açúcar!


terça-feira, 7 de julho de 2009

Uma grande diferença...

Digo-lhe eu, enquanto a abraço:
-Agarra-me com força...
- Eu não te agarro com força, agarro-te com jeito.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Recordações de um ano - a nossa casa

"Estamos a construir o nosso ninho", é o que tu dizes. Eu acho tão doce!
Sim, estamos a construir o nosso ninho, pedacinho a pedacinho.
A arrumar prateleiras, a meter tapetes (santa pipoquinha... tu conseguiste-te convencer-me a meter tapetes!!!!), a pendurar mantas em varões de casa-de-banho para servirem de cortinas, a espalhar tinta azul e roxa pelas paredes, a colar estrelinhas.
Um ano a fazer nossa esta casa.
Não há sitio onde me sinta melhor que aqui, contigo, no nosso ninho.

Recordações de um ano - a nossa família

Uma das coisas que me vai ficar para sempre na memória é a primeira vez que me disseste "és a minha família!".
Eu e tu, meu amor, a tratarmos dos bichos todos. A reclamar das arranhadelas dos gatos, a rir da tolice da cadela, a mudar a casa da Verdinha de um lado para o outro,a derretermo-nos todas quando o Joca faz aquela carinha, a refilar com a Dot por miar como uma desalmada à noite, a passear com a Silly, a ter uma tartaruga a fazer-nos chichi para cima, a ficarmos muito quietinhas porque a gata está a dormir toda cutchi na cadeira...
Celebramos um ano de "nós" que já é mais que eu e tu. Um ano que termina com 6 membros na nossa família.
Parabéns a nós.
E viste.. viste que eu fiz a colagem com os bichos e contigo mas também lá meti no meio a fotografia que me tiraste? :)

1 ano

Inteiro, completo, cheio.
Com tanta reviravolta na nossa vida que parece ter sido muito mais tempo mas com tantas lembranças boas para guardar que parece ter passado num instante.
Um ano com turras, gargalhadas, beijos, graffitis no frigorífico, banhos longos, passeios de mão dada, beijinhos de esquimó, sorrisos, lágrimas, lenços de papel q.b. , frio, calor, 5 cobertores na cama, abraços apertados e muito, muito amor.
Um ano de beijos de framboesa partilhado a duas.

Parabéns, minha Amora.
Amo-te cada vez mais.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Na terra do nunca

Eu de portátil à frente, a saltitar de blog em blog.
Ela deitada ao meu lado a ver animes sobre padeiros...
No inicio de cada episódio desafinamos a música e erramos a letra.
No fim de cada episódio antes de se levantar para meter outro a dar beija-me, ri-se, diz-me "gosto tanto de ti.

domingo, 14 de junho de 2009

De olho bem aberto

Custa-me este despertar adiantado que me arranca do seu lado às cinco e meia da manhã.
Sei que se ficasse na cama sem dormir a rebolar de um lado para o outro lhe perturbava o sono e por isso faço tempo em frente ao computador, olhando de relance para a porta do quarto onde ela dorme.
Espero que esteja a dormir bem. Espero que esteja confortável. Espero que esteja a ter sonhos bons. Espero que já não esteja com tanto calor.
Já não estranho a faceta maternal deste amor que me enche o peito, a constante preocupação, a vontade de ajeitar os cobertores, o acordar a meio da noite para ver se ela está bem.
Quem ama, cuida.
Quem se levanta às 5 da matina não escreve nada de jeito.
Duas verdades que se aplicam a mim...
Mas o propósito deste post não é ser um texto de elevada qualidade. É apenas para ficar aqui, para que ao acordar ela saiba que mesmo não estando ao pé dela, o meu pensamento nunca saiu do seu lado.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Coisas boas

Gosto de pensar nelas. De as repetir vezes sem conta na minha cabeça. De brincar com elas em pensamento e sentir-lhes o sabor.
Gosto de vos contar os dias solarengos. São os que importam, os que valem a pena ficarem por aqui para mais tarde recordar.
Por isso hoje escrevo para falar da tarte de maçã que fiz e do caramelo a saber a werthers que saiu da frigideira, que cheirava tão bem e de como fiquei feliz porque no andar de cima tinha uma garota que eu sabia que ia gostar de o provar.
Escrevo para falar do "bom dia" arrastado mas cheio de amor que ouvi assim que a minha Amora abriu os olhos  logo de manhã, do saco cheio de pacotes e pacotinhos que fomos levar aos correios e da pedra que está na minha secretária com os nossos nomes unidos no seu interior.
Escrevo para falar de como me soube bem sentir a mão da minha namorada a procurar a minha enquanto andavamos na rua e como me acalmou o coração enlaçar os meus dedos nos dela.
Escrevo para falar do beijo que me deu enquanto viamos um episódio de Boston Legal e que me derreteu por dentro. Para falar do seu abraço e como os seus braços pequeninos à minha volta me fazem sentir protegida por uma fortaleza. 
Escrevo para falar do chantilly e dos morangos comidos na bancada da cozinha e das cerejas no sofá. E do ar zangado com que me disse "hoje não tenho direito a mão na perna porquê???" quando me viu meio perdida em pensamentos no carro.
Escrevo para falar dos "anda cá", dos "não foge, agarra a mim", dos " shhhh", dos "pronto, já passou" e dos "estou aqui, não vou a lado nenhum".
Escrevo para falar da dança dos conguitos que é linda de se ver e dos risos que me arranca com imitações de telefonemas ouvidos na rádio e daquela vez em que me tentou convencer que o barulho que fazia ao assoar-se nada mais era que barulho do rádio e interferencia com a música. 
Escrevo para todos os que por aqui passam, mas escrevo especialmente para ti, minha Amora, porque quero que tu saibas que hoje, neste dia em que celebramos 11 meses de nós, és tu que quando eu me sinto assim, me consegues fazer sentir que tenho tantas coisas boas para contar.
Parabéns, meu amor.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Atirem-me um balde de água

Ah! A iluminação... aquele momento fugaz em que na nossa mente se acende a luz da piadola seca e que tantas vezes nos ofusca o tempo suficiente para ela se escapulir pela nossa boca...
Ontem, enquanto fazia o almoço estendo-lhe um saco com 4 caranguejos. Ela olha para mim já meio desconfiada e, para meu gáudio pega neles.
Digo logo eu, radiante e feliz da vida:
- I gave you crabs!!! I gave you crabs!!!
Perante o ar mesmerizado da minha Amora, ainda me tentei explicar:
-Oh pá... não podia fazer a piada em português.... a não ser que os caranguejos fossem mesmo muito, muito aborrecidos.
E ri-me, sozinha... mas por pouco tempo que quando se ama até as piadas secas são dignificadas com umas risadas.
Adoro fazê-la rir... mesmo quando o esforço é tão patético como este.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

10

Longe da civilização salva-me o programador do blogger para te deixar aqui...

10 beijos longos, quentes e doces
10 abraços apertados
10 "sabes que és linda?"
10 turrinhas-pégasos
10 beijinhos de esquimó
10 enlaces de mãos
10 gosto de ti
10 ron-rons, com as patinhas a fazerem "assim"
10 sorrisos só para ti
10 "Amo-te muito"s



segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Rapidinha nº 3

Há declarações de amor e declarações de amor... esta foi sem dúvida uma das minhas preferidas.
Diz ela agarradinha a mim:
- Eu não te troco por nada. Nada! Nem por muitos repetidos... és o meu cromo preferido!!!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

A ronha

Hoje é noite de dormir sozinha, sem o aconchego de a ter à distancia de uma volta na cama e por isso faço ronha.
Olho para a cama vazia e penso que não estou com sono, que como me doi a garganta vou ficar às voltas sem conseguir dormir e que por isso vale mais deixar os olhos ficarem pesados e deitar a cabeça na almofada apenas quando estiver prestes a colapsar.
É ronha. Nada mais.
Se ela estivesse aqui já estava a dormir há duas horas, embalada pelo som da sua respiração e confortada pela forma carinhosa como ela se aninha em mim mesmo quando já está ferradinha no sono.
Ronha, como os garotos que não querem ir para a cama por terem medo do escuro.
Por vezes acho que me devia deixar destas palermices e crescer um bocadinho. Depois volta-me o juizo e apercebo-me que prefiro mil vezes a angústia infantil com que lhe sinto a falta tendo estado com ela há menos de 3 horas que a indiferença responsável perante a minha cama vazia.
Gosto de a amar assim.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Uma questão de percepção

Enquanto fazia o jantar tentou convencer-me a provar um bocadinho de vinho.
Eu nunca consegui beber vinho... aliás, eu e tudo o que seja bebida alcoolica não nos damos muito bem.
Deu-me a garrafinha e ficou a olhar para mim enquanto eu a agarrava. Riu-se do meu ar de "eu não me apetece nada meter isso na boca..." e tirou-ma da mão. Bebeu um bocadinho e puxou-me para ela num beijo que me derreteu por dentro.
Afastou-se e perguntou "então, é bom?".
Acenei com a cabeça e pensei para mim "na tua boca não há nada que não me saiba bem...".

sábado, 27 de setembro de 2008

I kissed a girl and I liked it



Foi há três meses que com o coração a bater descompassadamente lhe perguntei "can i kiss you". Sim, quando estou muito nervosa dá-me para falar em inglês, o que é que eu hei-de fazer...
Felizmente ela não respondeu. Limitou-se a dar-me um beijo que eu nunca vou esquecer.
Muito pouco tempo depois apareceu esta música e achámos tanta piada que a adoptámos (eu com um leve torcer de nariz em algumas partes da letra.. mas pronto :P).
E eu já disse que sou uma gaja cheia de sorte?
Ai, senhores, a minha vida é tão abençoadinha que nem sei como não sou agredida quando saio à rua... 

As manhãs têm outro sabor

Acordar e tê-la ao meu lado é optimo. Poder despertá-la com beijos e carícias é excelente. 
Mas acordar tendo já ela saido para o emprego e deparar-me com isto na casa de banho:
também não é nada mau.
Há quem faça corações nos troncos das arvores, há quem escreva na pedra... a minha gaja diz-me que me ama com pasta de dentes no espelho da casa de banho e eu derreto-me toda.
Agora digam-me... como é que eu vou ter coragem de lavar o espelho?

sábado, 20 de setembro de 2008

Sob as estrelas

"Vamos à praia este fim de semana?"
Já deviamos saber que não, que nunca conseguimos ir à praia este ou qualquer outro fim de semana em que tenhamos combinado que vamos à praia. É uma daquelas peculiaridades certinhas como o tempo.
Ontem, depois de um jantar animado cá em casa com um molhinho de gente cinco estrelas, a tradição deixou de ser o que era... mais ou menos.
Já passava bem da meia noite (era portanto oficialmente fim de semana) quando eu e ela avançamos com ar decidido em direcção ao areal. Armadas com duas mantas enfiamos os pés na areia (e eu de saltos altos, que dá sempre jeito...) e escolhemos uma inclinação agradável.
Toca de fazer sanduiche. Mantinha por baixo, meninas ao meio e mantinha por cima.
Parece coisa de livro cor de rosa e até podem achar piroso (oh.. piroso é cá comigo) mas ficamos ali, as duas juntinhas a conversar e a olhar para as estrelas.
A lua estava linda mas parecia-me banal comparada com a mulher que tinha deitada ao meu lado (eu disse que piroso é comigo, não refilem!).
Eu tenho uma menina muito linda, por dentro e por fora e ainda não consigo acreditar que o universo me tenha dado a sorte de poder partilhar com ela momentos assim, sob as estrelas.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Quarenta minutos

Quarenta minutos é muito tempo.
Quarente minutos dá para fazer muita coisa. 
Em quarenta minutos posso fazer uma refeição de 3 pratos. Se não acreditam em mim perguntem à Rachel Ray.
Em quarenta minutos posso ler um quinto de um livro.
Em quarenta minutos posso ver um episódio de uma série.
Em quarenta minutos posso andar 4 km.
Em quarenta minutos posso estrelar 20 ovos utilizando só uma frigideira. Não sei qual seria a utilidade disso, mas posso!
Com tanta coisa que posso fazer em quarenta minutos digam-me... o que é isto que faz com que eu ache que os quarenta minutos que passei a olhar para ela enquanto dormia nos meus braços foram os melhores do meu dia?


sábado, 6 de setembro de 2008

Sabor de fim de semana

Nos últimos anos perdi o sabor dos fins de semana. Ficou embrulhado num monte de farrapos em que tudo estava misturado, onde era impossível encontrar o início e o fim.
Reencontrei-o agora no brilho do olhar dela enquanto desliga o despertador na sexta à noite e diz "ai de mim se me levanto às 10 da manhã!".
São dez e meia e ainda dorme. Plano comprido. 

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Beijos de framboesa




Elas riram-se para nós. Frescas e bem arrumadinhas na sua caixa transparente, ali mesmo ao pé dos cogumelos e dos tomates cereja.
Antes de arrumar a caixa no frigorifico tirei uma e dei-lha. A gulodice não se importa se é hora do jantar ou não. Depois comi eu uma. Duas, três partilhadas entre sorrisos. Ela deu-me um beijo doce de ternura e do sabor da fruta.
Pensei de mim para mim que a vida era boa assim, cheia de beijos de framboesa.